Posts de Abril, 2008

“Cordel to Walt Whitman”…By Gustavo Dourado

26/04/2008
Yale University: “Cordel to Walt Whitman”…By Gustavo Dourado  
*Cordel to Walt Whitman*

By Gustavo Dourado

“O Captain! My Captain!”
Flui the Whitmania?
Leaves of Grass in time
Press-masterpiece of poetry
Sex and free verse:
Nature and alchemia?

1819 – May 31
Walt Whitman was born
West Hills? Long Island
In New York happened
The poet came to the world:
Good poetry flourished?

Son of Walter and Louisa:
In West Hills lived
1820 – 1823?
The good boy grew
For the Brooklin moved:
This has happened?

Attended public school
Worked in office
>From law and medicine?
Exercise in office
Craft of printing:
Poeta premonit?rio?

In the Mirror in New York:
He worked in journalism
He has been a professor at Suffolk
Part of the criticism
Precursor of beatniks:
In the land of Capitali $ mo?

Lessons in agricultural schools
In Queens, Walt taught
In three years of teaching
To learn previewed
God wings to poetry:
Belo dream transmutou ..

The Long Islander publishes:
Important weekly
In Hungtington edited
Your hebdomad?rio
Verses that now are:
In Webdomad?rio?

Year 1840:
Whitman is voter
In New York City:
Journalist and editor
It operates in journal:
It demonstrates its value?

Write in the New World
Dynamics collaboration
Manages the Brooklin Daily
In permanent performance
Shoot stones of the way:
Search for processing?

He opened the day:
Its big trip
Has Jeff by company
Prepare your message
>From Ohio to the Mississippi:
It consolidates its image?

>From the Alleghenies New Orleans:
Hiking and journalism
Editor-in-Chief Crescent:
It operates in journalism?
The Freeman in Brooklin:
Vate ace in dynamism?

For the roads of life
Poeta innovative
Build homes for the people
H?bil entrepreneur
Difunde his art:
Renova the act creator?

American Election:
Van Bauren president pra
Delegate at convention
It represents its people
It poetry in politics:
It poet trancendente?

Year 1855:
The big publishing
Leaves of Grass op?sculo
You have the first edition
12 poems, first:
In times of change?

Vive a good time:
New cultural circle
Cultiva native language
Search essence National
Whitman is a highlight
n poetry universal?

In 1855:
The father’s death
It strengthens your language
Renova the thought
Transcende the poetry:
Dinamiza the feeling?

The book Leaves of Grass
Earn new edition
384 pages
In good preparation
Poetry high:
Pra if read carefully?

In 1857:
It is named editor
In Brooklyn Daily Times
Expresses the act creator
Combate as injusti?as:
Which brings sorrow and pain?

Destoou the majority
Criticized the meretr?cio
The trade of love
? o mais antigo v?cio
Atacou the falcatruas:
The illegal trade of?

In 1860
The third edition
Leaves of Grass upwards
Are new publication
456 pages
>From art and creation?

The War of Secession
It brings the pain and suffering
Year 1861
It is a time of torment
On April 13:
Death is moving?

Year 1862
In crucial battle
Nurses by good weather
Bela social action
Much worked:
To remedy both badly?

In 1865
It occurs to surrender
Lee, Appomatox
Estanca the revolution
The conflict comes to an end:
It is time for union?

After the fight renhida
>From contradictory act
The poet goes to the fight
Works in office
Nursing and poetry
Writing in office?

Leaves of Grass again
Conquest publication
“The rufar of the drum”
Sai in new edition
Poetry high level
Pra speak to the heart?

Year 1868:
Whitman in German
The poet Freiligrath
Innovation in translation
In newspaper of Augsburg
Publish your version ..

Democratic Publishes Views:
Whitman moving
Leaves of Grass reedita
Renewal of thought
Surge in 5 th edition:
Leaves of Grass to the wind?

In 1873:
Suffering from paralysis
The curse the attacks
Do not forget the poetry
In the city of Washington:
The pain relates the joy?

Paralisado by pain
Do not lose its essence
Search beaches in the Atlantic
In test of patience
Reside in Philadelphia
In times of penance?

Whitman into turbulence:
In New Jersey was live
Residences in Camden:
For 15 years his home
Remained to death:
Leaves of Grass in the air?

Write “Two Rivalets”
Mixing poetry and prose
Sheet Grass reedita
He works of alchemy
Poetics of feeling:
Lights of philosophy?

Osgood & Co., Boston:
It makes the seventh edition
The book Leaves of Grass
In new publication
The poet gained fame:
Along the population?

Eighth edition of the book
In Philadelphia is published
By act of David MacKay
The work is published
Leaves of Grass is:
Much work devoted?

Publish Specimen Days:
In prose of the day-to-day
The poet is resistant
Against paralysis
The writing the animated:
It autobiography?

Year 1884:
A house bought
Mickle Street, 330
Whitman lived there
Camden, New Jersey:
In the poetry he served?

Year 1888:
Unable to walk more
November Boghs in press
Ready to edit
A book of prose and verse:
At 70 to publish?

Year 1891:
Rev? the ninth edition
Folha de Grass, a milestone:
Poetry in transmutation
Work revolutionary
>From a genius of creation?

Year 1892:
It was a great emotion
Day March 26
Parou your heart
It is in the leaves of grass
For the fifth dimension?

“Change me of position, Warry”
Walt Whitman gave
In Camden desencarnou
His spirit s?.sorriu
It was up to other worlds:
His uni.verso has expanded?

Gustavo Dourado

www.gustavodourado.com.br
http://cordel.zip.net
www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm<http://www.ebooks.avbl.com.br/biblioteca1/gustavodourado.htm
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Gustavo Dourado no Cordel Campina

26/04/2008

GUSTAVO DOURADO

Gustavo Dourado é Baiano de Recife dos Cardosos – Ibititá (região de Irecê)/Chapada Diamantina/Baixo Médio Rio São Francisco. Há 30 anos reside em Brasília. É Cordelista, graduado em Letras (UNB) e Pós-graduado em Gestão(ONU), Literatura, Educação, Folclore, Cultura Popular, Linguagem Teatral e Linguagens Artísticas. Seu trabalho é pesquisado por críticos e jornalistas e foi analisado pela professora, escritora e antropóloga Sylvie Raynal, da Universidade Sorbonne (França), Wolf Lustig, da Alemanha e outros pesquisadores estrangeiros.

Em entrevista ao CORDEL CAMPINA Gustavo Dourado conta sua relação com a Literatura de Cordel desde o sertão da Bahia até as páginas da internet.

Por Rodrigo Apolinário

Cordel Campina: Gustavo Dourado, como foi o seu primeiro contato com a Literatura de Cordel?

Gustavo Dourado: O meu primeiro contato com a Literatura de Cordel e os folhetos ocorreu em minha primeira infância(por volta dos 3 anos), em Recife dos Cardosos, sertão de Ibititá, Região de Irecê, na Chapada Diamantina, lá pelos idos de 1963. Meu pai Ulisses Marques Dourado era lavrador, feirante e dono de venda (comerciante). Tinha um pequeno empório de compra e venda de secos e molhados e materiais básicos de consumo do sertanejo: feijão, arroz, farinha, rapadura, jabá,grãos, doces, querosene e manufaturados, fósforo, alguns remédios e comes e bebes do cotidiano. Não faltava o fumo de rolo e várias marcas de aguardentes, entre outros produtos de consumo do homem do sertão. Foi lá nesse ambiente que travei contato com a cantoria e com a poesia de cordel. Entre os poetas regionais que me recordo estão Zé de Duquinha, cordelista e repentista, irmão de Rota. Eles faziam dupla, eram reiseiros e filhos de Zé Marcolo. Eles fizeram entre outros abcs, o abc de Manuel Quirino, famoso valentão da Chapada Diamantina, pertencente às hostes do Coronel Horácio de Matos. Além dos citados, convém ressaltar a influência do meu irmão-poeta Edenivaldo Alves Dourado(Dene) e do vaqueiro Válter Queiroz(conhecido por Válter Baton), ambos eram cordelistas, gostavam de improvisar e faziam aboios que me encantavam…Não posso esquecer de vários outros nomes de lavradores, vaqueiros, tropeiros, viajantes, aventureiros, trabalhadores rurais, muitos deles advindos da Paraíba, de Pernambuco, do Ceará, de Alagoas, do Rio Grande do Norte, do Piauí e de outros estados do Nordeste. Os baianos também gostam de um cordel e com a mistura de outros nordestinos a inspiração fluía à flor da pele. É preciso lembrar dos ciganos, dos viajantes, dos aventureiros…

Cordel Campina: Você é um grande propagador da Literatura de Cordel via internet e produz seus cordéis, muitas vezes para serem publicados via internet, como você analisa essa união entre Cultura Popular e Novas Tecnologias?

Gustavo Dourado: Antes da Internet li/conheci diversos cordelistas e os divulgava em Brasília, Taguatinga, Ceilândia, nas escolas, nas faculdades, nos centros culturais, principalmente na UnB, no ICC(Minhocão), nos anfiteatros, no restaurante universitário(bandejão), nos anfiteatros, salas de aula, na biblioteca, nos cursos de Letras, Arquitetura, Comunicação, nos centros acadêmicos e no Centro Olímpico(CO)/alojamento estudantil, nos encontros, nas festas e quermesses.
A união entre cultura popular e as novas tecnologias é uma parceria vital para dinamizar e divulgar a nossa literatura de cordel e outras vertentes culturais-literárias. Antes da Internet era comum se ouvir falar na morte do cordel em jornais, revistas, cursos e seminários acadêmicos. Felizmente com a revolução digital e com a linguagem virtual dos computadores, a literatura de cordel ganhou dimensão jornalística e conquistou uma inesperada autonomia e uma boa divulgação no universo virtual. Ganhou gás e agora tem respiração própria. Hoje temos centenas de cordelistas internautas no Nordeste, em São Paulo, no Rio, em Brasília e por todos os estados do Brasil. Agora é preciso selecionar o joio do trigo e primar pela qualidade textual. É preciso garimpar para separar os cristais, o ouro e os diamantes das pedras brutas. Como ocorre em tudo na vida e na literatura tradicional. A Internet no quesito divulgação foi a salvação da lavoura para os poetas sem espaço na mídia, nos jornais, no rádio e na tv. A Internet deu um golpe certeiro na mídia tradicional que está bêbada diante do fenômeno translingüístico das novas linguagens virtuais/digitextuais.
Só com o tempo é que teremos condições de fazer avaliações mais acuradas e analisar os seus detalhes e futuras projeções.

Cordel Campina: Você já publicou cordéis fora da internet?

Gustavo Dourado: Sim. Vários. O mais conhecido é o Cordel do Corno, com arte de Zé Nobre. Foram publicados milhares de exemplares. Teve vários lançamentos e foi objeto de reporatagem na Rede Globo de Brasília e no Correio Braziliense. Esse cordel rendeu várias histórias. Muitos machões se revelaram autênticos cornos desvalidos e desengonçados. O corno aqui referido, além do corno tradicional avança no terreno do corno político, nos cornos politiqueiros e suas politicagens. À época do Festival de Cinema de Brasília(1991), o ministro da Fazenda leu e gostou do Cordel do Corno. Temos muitos cornéfilos na política. Muitos lobos vestidos em pele de cordeiro. Publiquei o Cordel da Criatividade pela Rede Sarah, em trabalho conjunto com os alunos portadores de deficiência locomotora. Desenvolvi cordéis com artistas plásticos/visuais/designers como J. Borges, Pipol,Toninho de Souza, Arthur Campos, Olga Kapatti, Delei, Zé Nobre, Edgar Santana, Márcia Macedo, Yon, Elias e Gustavo Fontele Dourado e webdesigners como Yara Nazaré, Inês Simões, Vânia Diniz, Efigênia Mallemont, Neli Neto, Elizabeth Misciasci, Anna Paes, Safira Lilás, Lígia Tomarcchio, Rosa Pena, Leila Míccolis, Celso Abrali, Garganta da Serpente, entre tantos outros. O Cordel da Aid$(Cordel da Castração) foi publicado pela Revista Víbora e recebeu elogios de Jorge Amado(grande conhecedor da literatura de cordel).

Cordel Campina: Qual o maior obstáculo em propagar a Literatura de Cordel via internet?

Gustavo Dourado: Quase não se tem obstáculo. A dificuldade maior ainda está no acesso. É preciso democratizar o acesso das camadas populares à Internet e ao computador. Se o Ministério da Cultura, as universidades e as secretarias de cultura dos estados e dos municípios fizessem alguma coisa para apoiar seria fundamental. Por enquanto não tem nenhum tipo de incentivo que eu conheça. Só conversas e promessas e muito blablablá e nhenhenhém. Não conheço nada que seja feito para publicar, divulgar e promover os nossos poetas cordelistas…
Até quando o descaso?!

Cordel Campina: Como você analisa algumas discussões acadêmicas que não vêem a Literatura de Cordel como Literatura?

Gustavo Dourado: Isso é masturbação mental e devaneio de pseudos-intelectuais de miolo-mole e de alguns pretensos acadêmicos sem preparo.
Havia muito preconceito das academias de letras tradicionais contra o cordel. Felizmente, aos poucos isso tem sido eliminado. Graças principalmente ao estudo de intelectuais de renome como Ariano Suassuna, Luís da Câmara Cascudo, Manuel Diégues Júnior, Joseph Luyten, M. Cavalcante Proença e de novos intelectuais como Eduardo Diatahy de Menezes, Patrícia Araújo, Rodrigo Apolinário e Emmanuelle Delabosse, Idelette Muzart, Ria Lemaire e Sylvie Debs.
A literatura de cordel, que é bem popular, bebeu em fontes eruditas na Europa antiga e medieval, tem raízes nos trovadores provençais, nos reis-trovadores, nos celtas e lusitanos, nos poetas alemães da antigüidade e nas tradições orais dos povos primevos das mais diversas civilizações do Oriente e do Ocidente. É preciso haver uma maior divulgação da literatura de cordel nas universidades e escolas brasileiras para se acabar com o preconceito. É o mesmo estigma que havia contra o samba, a capoeira, o choro, o xaxado, o maracatu…frescuras das pseudo-elites intelectuais porta-voz da indústria cultural e da alienação. A literatura de cordel é literatura das mais importantes e destacadas porque é literatura do povo, tem alma e tem raízes seculares.

Cordel Campina: Você participa de outros projetos de propagação da Cultura Popular além dos relacionados à internet?

Gustavo Dourado: Sim. Faço divulgação pessoal junto aos amigos e colegas da literatura/leitores. Divulgo os cordelistas em feiras de livros, palestras, encontros, debates, eventos e seminários. Envio relises e divulgação para a Imprensa. Participo sempre que posso de projetos e eventos que incentivam a cultura popular.

Cordel Campina: O Cordel é um instrumento que deve ser utilizado pela educação?

Gustavo Dourado: Sim e muito. O Cordel é um instrumento educativo, pedagógico, criativo, transformador. Paulo Freire, Anísio Teixeira, Darcy Ribeiro e outros educadores conheciam o cordel e por ele foram influenciados em seus métodos e no pensamento educativo-cultural. Deveria ser usado em sala de aula, nas aulas de literatura brasileira, artes plásticas, cinema, nos cursos de alfabetização, em seminários, encontros e debates.

Cordel Campina: Como é a atividade cordeliana em Brasília? Existem organizações de cordelistas?

Gustavo Dourado: Temos alguns cordelistas alternativos e independentes, nos quais me relaciono e alguns mais oficiais e ligados à Casa do Cantador.
Há pouca divulgação do que é feito em Brasília pela Imprensa e pelo mercado editorial. A literatura de Brasília quase não tem espaço na mídia, nas editoras e nas livrarias. A maioria dos autores são independentes e pagam as gráficas para publicar os seus livros. O mesmo acontece com os cordelistas. A maioria (penso eu), hoje e cada vez mais migra para a Internet para conseguir um espaço de divulgação. Os jornais estão cada vez mais fechados e as tvs tornaram-se palcos das “midiocridades” dos “big brothers” da vida.

Cordel Campina: Como você observa o trabalho da Academia Brasileira de Literatura de Cordel?

Gustavo Dourado: O pouco que conheço aprovo e valorizo. Eles deveriam abrir mais espaço para os cordelistas mais jovens, inclusive para compor o quadro acadêmico. Creio que com o tempo a Academia será aperfeiçoada e conquistará mais espaços na mídia. É tudo uma questão de tempo e de empreendimento.

Cordel Campina: Como você imagina o futuro do Cordel?

Gustavo Dourado: O Cordel vai evoluir como todas as outras modalidades literárias. Vai dar samba.
Será popularizado e vai interagir com outras linguagens. Principalmente com a música, o cinema e as artes plásticas (xilogravura, eletrogravura). Vai ganhar cada vez mais espaço na Internet e será cada vez mais reconhecido no exterior e pelas universidades estrangeiras. O Cordel tem linguagem universal. É poesia de raiz e está na alma e no sangue do povo. O cordel é bíblico, apocalíptico por natureza e vai transpor a barreira do tempo e alcançar dimensões cósmicas.
Conheça um pouco do cordel que desenvolvo:
www.gustavodourado.com.br/cordel.htm

Cordel to Federico García Lorca, by Gustavo Dourado

19/04/2008

Cordel to Federico García Lorca, by Gustavo Dourado

Gustavo Dourado (*)

Gran poet español
Vate extraordinary
Federico García Lorca
Creative visionary
From divine inspiration:
Menestrel universário …

Federico García Lorca
The province of Granada
Poeta multiluminado
Amante in the morning
Son of Federico Rodriguez
And Vicenta: mother love …

Born in Fuente Vaqueros
It was vate repak
In 1898:
It came to the world in full
Pra be poet of the people:
Creative condoreiro …

It suffered serious illness
At two years of age
The boy survived
Pra be ace of freedom
A cantador popular:
And lover of the truth …

Learned first letters
With your dear mother.
Master Antonio Espinosa
Inspired its deals
In the mysteries of reading:
Lorca embarked on the life …

They are brothers, Federico
Francisco, Conchita, Isabel
In the College of Almería
He studied the menestrel
Venceu the disease:
Registration here in cordel …

It changed itself to Grenada
To better prepare itself
Sacred Heart of Jesus
Estruturou is the thinking
Lorca sought to know:
For in life was raising …

Year 1914:
University of Granada
Studies and friendships
Dynamism in the journey
Almagro, Burín, Montesinos:
Night, day, almadrugada …

Philosophy, Letters and Law
Cursou the University
Soriano, Barrios, Ortiz
Cultivaram lamizade
Cristobal, Guarnizo, Pizarro:
Peace, love, brotherhood …

Ismael de La Serna:
It was brotherly companion
He studied guitar / piano
Our vate condoreiro
Has soul of cantador:
Spirit of guerrilla …

1916 – 1917
Sentiue the heat of the muse
Come the first poems
The transpiration and uses
Gitano poet Lorca:
Well poet does not excuse …

Artistic Center in Granada
Publica in his Bulletin
Centenary of Zorrilla
Lorca poet Serafim
First literary work:
Lorca: principle endless …

He travels from studies
For several regions
Castilla, Andalusia
Galicia and its rincões
For Spain afora:
He circunavegações …

The curse of the moth
Prvenec Theatre Eslava
Directed by Gregorio Martinez
The poet is burilava
Bailes de La Argentinita:
Federico encantava if …

After the march to Madrid
Friendship with Buńuel
Orueta and Pepín Bello
Lorca: actor-menestrel
Pensador and playwright:
As part of the cordel …

Decorated for Mignoni
Figurinos of Barradas
Travel by Spain
Many dreams on the roads
Zujaira, Granada, Madrid:
Transmutou up in the days …

First Book of Poems
In El Sol is reviewed
By Adolfo Salazar
The book is highlighted
Analysis of “A poet Nuevo”
In a paper titled …

Roda, Alamagro, Marchesi
Maria Luisa and Gabriel
Emilio Prados, Jose Mora
Dedication on paper
Cienfuegos and Ortiz:
Without forgetting Buńuel …

Idos, 1921
Lorca did publication
Balada de la placeta
Poetry flows from the heart
Spanish Contemporary Poets:
Lorca in defence …

Juan Ramón Jimenéz:
Texts of Lorca published
In its revised Index
Juan Lorca released to.
Noche and Suite of Mirrors:
Lorca presented to the people …

El Jardin de las morenas
For Jiménez: seconded
Lorca wrote Canciones
It is a corner of high-cry
The poet repak:
It is a name eternizado …

Published “El Cante Jondo”
Singing primitive Andalusian
Manoel Angeles, Manuel de Falla
Support for Lorca sensitive
Poema del jondo sing:
It is a cancioneiro alive …

“Fiesta for the children”:
By Federico prepared
For friend Manuel de Falla
The party was supported
In 1923:
Here in the land of Grenada …

Cervantes and Strawinsky
Debussy and Rafael
Hermenegildo Lanz:
More Albéniz and Pedrell
Auto de los Reyes Magos:
With Laurita and Isabel …

Licenciou up in Law
At the University of Granada
Along with Gullermo Torre
Concludes hard journey
Federico García Lorca:
Constellation’s Daybreak …

El mundo de García Lorca lírico
Having by Melchor
Published in Madrid:
Lorca even better
Nice and selfless
Magic as Melchior …

Friendship with Prieto:
What was poet-painter
Finished Canciones
Consolidated itself Writer
The Romancero Gitano:
Principia with love …

Produced Dona Rosita
Aperfeiçoou the language
The linguage of the flowers
Lorca brings good message
The poet was built:
Ampliou its image …

It Mariana Pineda
In grand Granada
Correspondence with Guillén
Good written on the road
With the family Dali:
Passed good season …

Ode to Salvador Dali
In Revista de Occidente
In Athenaeum of Valladolid
Lorca won a gift
He reading of poems:
Whenever vate aware …

Recitou poetry alive
In Valladolid, in the Athenaeum
Verses of “Romancero”
Canciones also read
Declamou the Cante Jondo:
The fact so happened …

Francisco de Cassio critical:
He review in newspaper
In El Norte de Castilla
He literal analysis
Lorca gained space:
In cultural voyage …

La Sirena in the carabinero
Out in the Gaceta Literary
Published Viñetas flamencas
He lived read libertarian
Lorca eternal traveler:
Quintessência visionary …

Published its Canciones
In Ediciones Litoral
Dedicou your friends
A poetry unparalleled
Lorca did its history:
In literal universe …

Federico genialma:
Nice and seductive
Expressiva effusion
From a poet troubadour
Caudaloso … Originário:
Brighter En.Cantador …

Cultivou light and purity
Alegria, freedom
Lorca flowed fantasy
Jorrou creativity
Love-art-transcendence:
Poetry of brotherhood …

Lorca vate impetuous
Clamoroso, changing
Magic, mystery
Inspired, triumphant
Mítico and fabulous:
Infineterno diamond …

Do not kill la Justice
The poetry does not surrender
Lorca conquered the world
A poet is not
Do not kill the thought:
Art does not show …

The Fascism is a scourge
What oppresses humanity
The poetry in frees
Fly with freedom
Lorca is enchanted bird:
In pests of eternity …

In Lorca feel Cervantes
Baudelaire, Gil and Camões
Bach, Mozart and Chopin
In their magical songs
Góngora, Quevedo, Goethe:
Lorca in transmutações …

Poetry, prose and theater
The poet has
Casa de Bernarda Alba
The Chimera amanheceu
The Romancero Gitano:
Yerma in designing …

LLanto by Ignacio Sanchez Mejias:
Drama, poetry and prose
Retabeillo of Don Cristobal
La Zapatera Prodigiosa
Poetics of infinitude:
Script prime …

Los Titeres of Cachaporra
Love of Perlimplin with Belisa
Poet in New York
Mariana Pineda warns us
Poema del Cante Jondo:
Lido in Grenada and Pisa …

Libro de Poemas, El Publico:
The curse of the moth
El Paseo de Buster Keaton
En su Jardin la Raposa
Transeterno poet Lorca:
Sign up for your board …

Asi que pasen Five Years
La Doncela, El Marinero and El Estudiante
Primeras Canciones, Poems Sueltos
Lorca always irradiante
Bodas de sangre the soul:
Being poet multiamante …

Divan of Tamarit
The Popular Songs
Six Poems Galegos
The resounding by air
Doña Rosita La Soltera:
In the streets, cafes and bars …

Impression Y Paisages
El Canto Primitive Anadaluz
Letters and Other Pages
In the poetry in the lead
Lorca in the seas of life:
At uni.versos of light …

Interviews and Declaraciones
Poetry of arrepiar
Estampilla and Juguete
Lorca to make us dream
Work – charming press:
It Lorca ressucitar …

The poet has not died
You are in enchantment
Do not kill the poetry
Lorca is pure feeling
Flight quickly for life:
In the waves of thought …

(*) Baiano, poet, cordelista, professor, columnist, literary journalist, actor and researcher. Reside in Brasilia. Author of 11livros and several baler twine. Write on various themes and portrays the big names of art and culture in Brazil and mundial.Colabora sites, blogs, newspapers and magazines.

Phalábora

19/04/2008

 

 

PARECER

Título: Phalábora
Autor: Gustavo Dourado

Sob o signo da invenção, o baiano oriundo de família tradicional de Recife dos Cardosos – Ibititá (região de Irecê), Chapada Diamantina, mas residente há 27 anos em Brasília, Gustavo Dourado, de pseudônimo Amargedom, propõe-se a reinventar e, com tal intenção, envereda sua poesia pelos campos da ecologia, da informática, da política, da economia, do cinema, das artes gráficas, da semiótica, da crítica e da sátira, da ironia, da denúncia, da literatura de cordel, de muito mais e de tudo enfim procurando abrir brechas na vastidão de possibilidades que lhe oferecem as palavras e uma prole numerosa de signos icônicos e indiciais.

Trata-se de um criador multimídia, a movimentar um poderoso arsenal de recursos poéticos e transpoéticos, de inesgotável utilização dentro de sua determinação em desvendar os segredos do mundo e denunciar suas mazelas, fazer apologias e proferir julgamentos, inventando linguagens e postando-se em estado permanente de criar.

Não recua diante da necessidade de criação de novas palavras, por fusão, aglutinação ou justaposição, nem diante do caos em que porventura essa fertilidade resulte.

Quanto a isto, a terra é fecunda, por vezes apocalíptica.

Glauberrando, cinemagia, Rimbaudelaire, fonemastigando, termos colhidos a esmo, são apenas alguns exemplos, de que o verbo volpintar, usando o sobrenome do pintor italiano-paulista, impressionou o crítico de arte Olívio Tavares de Araújo. Poundiano, concreto, expressionista, pop, rótulos por certo não faltarão para pregar na testa de Amargedom, em quem Darcy Ribeiro viu “o faro, o ritmo, a vibração, a energia e a criatividade dos grandes poetas”, e Affonso Romano de Sant’Anna, uma poesia a estilhaçar “ironias em granadas a granel, infinita e iluminada”. Moacyr Scliar o qualificou como “expressão maior da cultura brasiliense”.

COMISSÃO EDITORIAL SELO LETRAS DA BAHIA
 

 

Título: Phalábora
Autor:
Gustavo Dourado

“…Gustavo Dourado é poeta, asseguro. Mas quem sou para dizer, ora: sua obra fala por si só. Constatem e tirem a prova dos nove. Eu já vi e você? Por isso reitero: Gustavo Dourado é poeta e ponto final…” (Luiz Alberto Machado)

Download: phalabora.exe  -  E-book: formato .html

 

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19/04/2008

Gustavo Dourado: Cônsul Poetas del Mundo

19/04/2008


Gustavo Dourado 
[Cónsul - Brasilia]  


Latina América…

LatinAmérica:
Vívida Latinamérica:
América solar
Iracema menina
Tupamara Caraíba
Tupamérica
Tapuiaimoré
Nhambiquara
Tupinambárbara
Americantropofágica
Tropicanibal
Maiasteca tupinca
América tupiniquim
Afro-brasilíndia
Jamaicuba Caribela
Regaee Mar-Ley Tosh Cliff
Quetzal Manco Mama Ollo
Mu Sumé Zumbi… Ohana Manitu
Americabralina lusibaiana
Americastelhana colombina
Amerititi[ca]ca Amenti Inti
Navegatlântica-pacífica
Não podes ser cativa
’Libertas quae sera tamen’
Americamazônica ecológica
Da Hiléia Pampa Chaco-Pantanal.
Não à Americativa!
Façamos a Americósmica!
PoeticArtisticAtiva
Régia América Latina
Platina Castelhandina
Luxafro-Brasiliana
Revolte América!
Desarme o oficial terror
Libertando Brasil-Haiti-Peru
Guatemala-Panamá
Cuba-Nicarágua-U.$.A.
Granada -El Salvador
Salve o Deus Meru-Tupã
Os povos Gês-Tapuias
Tolteca Zapoteca Inca
Xavante Tupinambá Yanomami
Tupi-Guarani Navajo Moicano
Todo o povo Xinguano
Os povos das Missões
O gaúcho Martim Fierro
O bravo sertanejo Lampião
Chico Mendes seringueiro!
——————————

Cordel para Neruda

Pablo Poeta Neruda
Cem Sonetos de Amor
Uma Canção Desesperada
Do Poeta Cantador…
Confesso que Vivi: Pablo
Do Nobel foi ganhador

20 Poemas de Amor
Navegam na Barcarola
O Poeta-Sol del Chile
Com Lorca à espanhola,
Cultivou a esperança,
Na Poesia fez Escola…

Neruda! Estrela doceano
Anfíbio do mar-sereia
Como um cetáceo passeia,
Nas plagas do firmamento,
Ola sempre em movimento,
A molhar a branca areia…

Poeta Ultramarino
Transandino universal
Alvoresceu Crepusculário
E fez En.Canto Geral
Navegações e Regressos
À sualdeia luznatal…

Em Neruda se destaca:
O Amor: A Amizade…
A fantasia o sonho
Germina a fecundidade
O MarOceano Nalma
Em ondas de liberdade…

Relembro teus companheiros:
Jiménez, Lorca e Amado
Hernandéz – Poeta Pastor
Jesus Brito ensismemado
Neruda: Peixe do eterno
Pássaro Cigano Alado…

Vate sempre militante
Da Poesia, Embaixador
Nobel de Literatura
TransPoeta.Senador
Cosmunista sempre ativo
PaNativista do Amor…

Poeta Estravagario
Ser:Transmutador do bem
Poeta de Saber.Dor.ia
Do oceano provém…
Espuma a flutuar:
Eterna.mente no além…
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Cultura Nordestina
Para Patrícia Araújo
[Doutoranda da Universidade Federal da Paraíba]…

A cultura nordestina-se
Transcende o regional
Xaxado-maracatu
Xote frevo carnaval
Sanfona de Gonzagão
Forró-baião sideral…

Litaratura de Cordel
Improviso e embolada
Ciranda, boi e reisado
Praia, arte, luarada
Lobisomem à meia-noite
Em busca da madrugada…

Carne de sol: baião de dois
A sagrada rapadura
Bebo uma talagada
Gole de cachaça pura
Para cantar o Nordeste
Terra de amor e ternura…

São João em Campina Grande
Castro Alves condoreiro
Ariano Suassuna-nos
Cordelisa o Romanceiro
Auto da Compadecida:
Sucesso no mundo inteiro…

Glauber Rocha cinearte
Torquato em Teresina
Mário Faustino traduz
O raio da silibrina…
João Gilberto Bossa Nova
Tem essência nordestina…

Elba, Gal e Betânia
Voz de Anísio Teixeira
A arte de Caetano
Repente de Zé Limeira
Patativa do Assaré:
Encanto da Mulher Rendeira…

Na Chapada Diamantina
Horácio…Manuel Quirino
Irecê e Pai Inácio
Morro do Chapeu cristalino
Recife de Ibititá:
Canarana me destino…

Herói Zumbi dos Palmares
Nísia Floresta vital
Poesia de Auta de Souza
Nunca ouvi nada igual
Luís da Câmara Cascudo
Folclorista magistral…

Science e Chico Cézar
Paulo Freire Educação
Cangaço, Lucas de Feira
Vaqueijada, Azulão
Na peleja e na rima
Malazarte e Cancão…

Asa Branca Acauã
Petrolina Juazeiro
Cordel do Fogo Encantado
Um encanto brasileiro
Quarteto Armorial
Mestre Pinto do Monteiro

Tem Quinteto Violado
O Barro de Vitalino
Mágico Antônio Nóbrega
Tem sorriso de menino
Ivanildo Vilanova:
Um orgulho nordestino…

Baião de Humberto Teixeira
Cangaceiro Lampião
Guerrilheiro nordestino:
Imperador do Sertão…
Amava Maria Bonita
Com prazer e emoção…

Feira de Caruaru
Xangai,Tom Zé, Elomar
Zé Ramalho Avohai
Corisco a sapatear
Inácio da Catingueira
Num galope a beira mar…

No sertão de Piritiba
Raul Seixas Caculé
Na América Dourada
Joao Dourado e Quelé
Lá na Terra do Feijão:
Vou plantar capim guiné

Cego Aderaldo no verso
Apodi e Borborema
No sertão do Cariri
Ouvi o canto da ema
Penedo e Xique-Xique
São Francisco, que poema…

No Raso da Catarina
Ararinha ao natural…
Paulo Afonso cachoeira
Um salto fenomenal
No Lago de Sobradinho
Água como o Pantanal…

Xilogravura de Borges
Gilberto Gil a cantar
Geraldo Azevedo galopa
Lenine a misturar
Zeca Baleiro embala
Graciliano no ar…

José Lins e Zé Américo
Rachel a romancear
Jorge Amado frebordina
Grapiúna a namorar
Enamora Gabriela:
Janáina reina o mar…

A cultura nordestina
É orgulho nacional
O Nordeste é um primor
É uma terra sem igual
Eu canto a minha aldeia:
Na seara universal…

biografia:

Baiano de Recife dos Cardosos – Ibititá [região de Irecê]/Chapada Diamantina/Baixo Médio Rio São Francisco, Gustavo Dourado [Amargedom] viveu na Bahia durante 15 anos.
Em Brasília há 30 anos, tem participado ativamente dos movimentos políticos, ecológicos, cineclubistas, populares, sociais e culturais.

Na UnB destacou-se como líder estudantil e ativista cultural e promoveu vários eventos como o Flimpo, a Expoarte, Show do Arroto[12h30] e encontros estudantis. Foi fundador e Diretor do Centro Acadêmico de Letras, com ativa atuação no Diretório Central de Estudantes e da UNE, onde atuou como delegado e ativista cultural.

Amargedom é autor de nove livros, alguns premiados e com poemas traduzidos em cinco idiomas.Professor de Português, Semiologia, Semiótica, Literatura, Lingüística, Redação, Religião, Agropecuária, Cultura Popular e Folclore Brasileiro. Lecionou no Colégio Elefante Branco e na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes.

Ensinou em escolas do Gama, Ceilândia, Taguatinga, na LBA e no Hospital Sarah [nas áreas de criatividade e de linguagens artísticas], onde também atuou como animador e produtor cultural.
Foi delegado e militante do Sindicato dos Professores, Senalba, Sindsep e Sindicato dos Escritores do Distrito Federal [Diretor sociocultural].

Em Taguatinga fundou e dirigiu o CineClube Gritto, participou da Associação dos Moradores e da Prefeitura da QNG, na área de Comunicação. Foi membro do Grupo Caxadágua e da Associação de Arte e Cultura/FACULTA.

É produtor cultural e de eventos, orador, animador, apresentador e membro do Fórum Brasília. Faz parte de academias, associações e entidades socioculturais. Foi presidente da Academia de Letras e Música do Brasil.

É membro da Academia Internacional de Lutèce, Paris, França e da Academia Taguatinguense de Letras. Pesquisador cinematográfico, fez a pesquisa biográfica e literária do filme “Castro Alves”,de Silvio Tendler, prêmio Margarida de Prata da CNBB, em 1999.
Assessor de Literatura da Fundação Cultural do DF[1995/1998]. Presidente do Sindicato dos Escritores do DF [1997/2004]. Representante da União Brasileira de Escritores.

Filiado à Associação de Imprensa de Brasília. Pós-graduado em Gestão[ONU], Literatura, Educação, Folclore, Cultura Popular, Linguagem Teatral e Linguagens Artísticas. Seu trabalho é pesquisado por críticos e jornalistas e foi analisado pela professora, escritora e antropóloga Sylvie Raynal, da Universidade Sorbonne [França], Wolf Lustig, da Alemanha e outros pesquisadores estrangeiros. Foi conselheiro da revista DF Letras, do Concurso de Redação da S/A Correio Braziliense/Fundação Assis Chateaubriand, prêmio Estadão de Cultura/jornal O Estado de São Paulo, Imprensa Nacional, entre outros. Representante da Secretaria de Educação/ FEDF [Fundação Educacional do Distrito Federal] junto a 52ª SBPC, realizada na Universidade de Brasília, em julho de 2000.

Foi alfabetizado aos três anos pelo pai, com leituras bíblicas, literatura oral e literatura de cordel, ouvindo estórias, causos, cantigas, repentes e lendas sertanejas.

É tido como um dos escritores baianos/brasilienses mais criativos e inovadores dos últimos tempos, de acordo com renomados críticos, analistas literários e pesquisadores…

Foi influenciado pelos modernistas, concretistas, neoconcretistas, cordelistas, repentistas, experimentalistas, jornalistas e vanguardistas de várias tendências. Autor de centenas de folhetos de Cordel [muitos inéditos], contos, crônicas, artigos, manifestos, peças teatrais, ensaios, romances e roteiros cinematográficos.

No Governo do Distrito Federal criou e coordenou diversos projetos lítero-culturais, tais como: Poesia no Ônibus, Encontro com a Palavra, Bolsa Brasília de Produção Literária, Lançamentos de Livros, Estante do Escritor, Fórum Permanente de Escritores, Lance Livro, Pílulas Poéticas, entre outros. Participou ativamente da Feira do Livro de Brasília[desde o início], Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, festivais e mostras de cinema e arte, Encontro da Cultura Brasileira, Classe Arte, Temporadas Populares, Hora do Trabalhador, Almoço com o Escritor, Bienais Internacionais do Livro do Rio e de São Paulo.

Improvisador, repentista, declamador. Participou de mais de 500 recitais poéticos e de diversas antologias, jornais e revistas no Brasil e no exterior.

O seu livro Phalábora foi selecionado como livro-destaque pela ATL e pela Comissão Editorial Letras da Bahia para ser divulgado no Projeto Brasil 500 Anos e foi objeto de estudo do Professor Ilton Cerqueira, no Mestrado de História da Universidade Federal de Ouro Preto, em 1999. Em 2000 inaugurou com o reitor da Universidade de Brasília, Prof. Lauro Morhy, a Estante do Escritor Brasiliense e o Arquivo-Museu da Literatura, na Biblioteca Central da UnB, com a participação de mais de 200 autores de Brasília.O evento foi registrado pela Rede Globo de Televisão.

Estudioso da Literatura Brasileira e Universal, História e Literatura da Bahia e de Brasilia, com destaque para assuntos ligados ao cangaço, Lampião, Corisco, Padre Cícero, Canudos, coronelismo, Horácio de Matos, Manoel Quirino, Revoltosos/Coluna Prestes, Cordel, garimpeiros, genealogia, ciganos, pioneiros, JK, Missão Cruls, jagunços e aventureiros do Planalto Central, do Cerrado, de Goiás, do Sertão Nordestino e da Chapada Diamantina.
Descendente de família de escritores, dos quais se destacam Autran Dourado, Ângelo Dourado, Alzira Dourado, Mecenas Dourado e o cartógrafo português Fernão Vaz Dourado, entre outros.

Concluiu pós-graduação em Gestão Pública na Escola de Gestão do Distrito Federal em Convênio com a ONU – Organização das Nações Unidas. Foi objeto de tese de doutorado, por Patrícia Araújo, da Universidade Federal da Paraíba.

Principais obras:

Phalábora – 1997
Transformação – UnB – 1980
Linguátomo – 1991
Espejos de La Palabra / Espelhos da Palavra – 1999
Carmo Bernardes Imortal [versos de Amargedom] – 1996
Tupynambarbarie – 1984
Cordel – Torquato Neto – 1991. Secretaria de Cultura/Festival de Brasília do Cinema Brasileiro/Jornal de Brasília.
Coletivo de Poetas [Participação] Org. Menezes Y Moraes – 1997/98
Brasília: Vida em Poesia [Participação] Org. Ronaldo Mousinho – 1997
Autores em Braille [Participação] Org. Dinorá Couto – 1995/2002
Dicionário de Escritores de Brasília [Verbete], de Napoleão Valadares – 1994
Encíclopedia da Literatura Brasileira – Equipe Afrânio Coutinho/Rita Moutinho [Verbete] – 2001/02

Coral da UnB – Cordel – 1981. Editado por David Junker e Fred Brasiliense.DAC/UnB.
6 posteres e 6 postais de Poesia – Edição do Autor – 1980/2001
2 Adesivos Poéticos – 1983 – Lançamento no Restaurante Beirute – Brasília
Catálogo de Escritores Brasilienses [Verbete] – Governo do Distrito Federal – 2001
Poesia de Brasília, de Joanyr de Oliveira [Participação] – 1999
Cordel da Criatividade. Equipos/Sarah – 1986
Pesquisa do Filme Castro Alves – Retrato de um Poeta, de Sílvio Tendler, Prêmio Margarida de Prata, da CNBB. – 1999.

Participação Poética/Entrevistas em Filmes e Vídeos de Maria Coeli, Márcia Macedo, Reginaldo Gontijo, Maria Maia, Vladimir Carvalho, José Accioli, Argemiro Neto, Anand Rao, George Jesus Duarte, Neto Borges, UnB, Universidade Católica de Brasília, Grupo HUNDREDONE.-1980/2002.

Seu trabalho literário foi selecionado pela Unesco em vários níveis.

Conquistou alguns prêmios literários no Brasil e no Exterior. Tem textos traduzidos e publicados em centenas de sites, blogs e portais.

Está incluído em dezenas de diretórios dos principais sites de busca: Google,Yahoo, Dmoz etc.Em 2005 foi destaque de página inteira no Correio Braziliense, pelo trabalho desenvolvido como poeta e pesquisador na Internet. Em abril de 2005 apresentou com sucesso em Itaúna-Minas, o Grande Cordel da Ufologia Brasileira, uma verdadeira epopéia espacial.

Recebeu o título de membro honorário e a mais alta comenda da Federação das Academias de Letras e Artes de Minas Gerais, no dia 22 de abril de 2005.

É Presidente Emérito do Sindicato dos Escritores e membro efetivo do Instituto Histórico e Geográfico. É Cidadão Honorário de Brasília.

No Festival de Brasília do Cinema Brasileiro-2005 foi entrevistado pela jornalista e professora francesa Sylvie Debs e pela jornalista Nádia Timm.

Participação especial no filme: ’A Poesia do Barro.’ http://www.gustavodourado.com.br/poesia.htm

http://www.gustavodourado.com.br/biografia.htm

 

 

Cordel-do-novo-movimento-estudantil

17/04/2008

Subject: http://ocupacaounb.blogspot.com/2008/04/cordel-do-novo-movimento-estudantil.html

 

Terça-feira, 15 de Abril de 2008

Cordel do Novo Movimento Estudantil

 

A UnB acordou:
E saiu da letargia…
Estudantes despertos:
Acenderam a rebeldia…
Detonaram a corrupção:
Que tomava a reitoria…

Derrubaram os corruptos:
Desejam a paridade…
É preciso sangue novo:
Ética-seriedade…
Ter decência na docência:
Em nova Universidade…

Pra se resolver a cri$e:
Arte-criatividade…
Inovação-resistência:
Persistência-Liberdade…
Novo tempo – Nova Era:
Amor-Solidariedade…

Mudar o mundo tirano:
Preservar a Natureza…
Leitura é fundamental:
A fome não é beleza…
O povo quer estudar:
Quer saúde sem tristeza…

Lixeira…Luxo no Lixo:
Verba da Educação…
O dinheiro da pesquisa:
Foi parar na contra-mão…
Fazem a maracutaia:
Cadê a licitação?!…

O Movimento da UnB:
Demonstrou maturidade…
Talento e consistência:
Ação-sensibilidade…
Me lembra 68:
Tempo que deixou saudade…

A UnB desperta:
Dá-me a felicidade…
Gostei de ver a galera:
Na luta e com vontade…
Talento, garra e prazer:
Mudam a sociedade…

Honestino presente:
Movimento Estudantil…
Por mudança social:
Trans.formação no Brasil…
Educação e Cultura:
Mais arte, menos fuzil…

Chega de vestibulárido:
Acabe-se o elitismo…
Educação para o povo:
Chega de clientelismo:
Basta à corrupção:
Para que tanto abismo?!…

Che, Lennon, Gandhi, Raul:
Sociedade Alternativa…
Os Hippies deram o sinal:
Pra comunidade ativa…
Chega de monetarismo:
Pra alma não ser cativa…

Capitalismo em cri$e:
Mundo em ebulição…
A Palestina invadida:
África na escravidão…
Fome, miséria e Aid$:
É a globalização…

É guerra pelo petróleo:
Polititica monetária…
A mídia ganha bilhões:
Com a guerra publicitária…
A educação incomoda:
A elite reacionária…

Esqueceram dos livros:
Saboreiam caviar…
A poesia foi pro lixo:
A grana foi para o ar…
Dinheiro pra educação:
A coisa tem que mudar…

Preservemos o Planeta:
Cadê a Ecologia?!…
Reforma Agrária urge:
Terra, teto, fantasia…
Aquecimento global:
Põe água na poesia…

Revôolução permanente:
Marx, Nietzsche, Josué…
Geografia da Fome:
Paulo Freire é que é…
Darcy, Rosa e Anísio:
Nessa gente tenho fé…

Ciência-sabedoria:
Ante o apocalipse…
Sintaxe-cálculo-palavra:
Subverte a elipse…
Revelação para o ser:
Claridade no eclipse…

Continue-se o movimento:
Consciência cultural…
Poesia à flor da pele:
No cordel transcendental…
Naturezarte-poesia:
Mudança educacional…

 

de Gustavo Dourado

 

 

Postado por ocupacaounb às 13:49

Poiesis

16/04/2008

Poiesis
Poiesis
Gustavo Dourado
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Sint@xe-se

Um sujeito com posto, cheio de predicado(s),
Decompõe-se oculto, simples, (in) determinado.
Insubordanado, às vezes, subordina-se à oração principal.
Alterna-se ás, sindético, à ética coordenada.
Aposto, pobre, a gente da passiva, evoca ativo
Objeto pré posicionado pra lá de (in) direto.
Lembre-se, de mim, não esqueça, (a) fixe-se na ênclise…
Criar-se-á oblíqua mesóclise, se sufixo me colocar.
Se pré fixar o pronome, proclítico se, tornar-se-á…
Dá-se um jeito à oração sem sujeito: suplementa-se…

Verbo-nominal complementa-se, sexpletiva adjunta-se .
Reduz-se ápora, ad verbial, sub des envolve-se restritiva,
In (transitiva), (in) exis tente:  phenômenica, circunstancial.
Impessoal, o verbo venta,  defectivo,  relampeja, etc e tal.

Ah! bem, pessoal, meu bem, sem espanto,
A gente se beija, com encanto, nus, entre tanto(s)…
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De.Cor.@ção

Meu coração pulsa ao vê-la
Re.mexe, Explode,
Des.man.tela…Implode
Meu cor.ação por ti… gela

SoVocê  mecar.come
T@ntropoafaga-me
Dilacera minha home
Perto de ti… sou multifeera,
Tresloucado LouBichomem
Meuoniverso, cor.ação!
Não tem pátria, nem nome!

TentaAtenta-me  ao
Ao ZenTantra de Mulheros
Gata.Cama-Sutra Orgasmil
AmOrgasmel – e – Flor de Eros…
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Figur@tiva

Pensamento constrói-se com palavras:
Sons, sintagmas, polissemas, imagens…
Silêncio…linguagens, problemas, soluções.

Alitera-se, repete-se, compara-se.
O termo na elipse se omite:
Conectivos se perdem no eclipse…

A frase na anáfora pede bis:
Contrapõe significativa metáfora.
Zeugmático o vocábulo se suprime…

Eufemismo anacoluta-se polissíndeto
Metonímia assíndeta pleonasma-se:
Onomatopéias em zumzoomzuns…

Perifraseio prosopopéica antítese
Pelo todo, a parte…singular pluralidade:
Na sinédoque, reduzi aquela cri$e…

Coincidência de vogais, tanta ironia;
Consoante fiquei com assonância:
Ao falar com madame Antonomásia…

Tentei me desviar da catacrese
Exagerei nas doses de hipérbole:
Dr. Hipérbato prescreveu-me uma silepse…

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O POETA
Gustavo Dourado

O Poeta é a voz da divindade:
Luminarte transeterno pluriverso…
O poeta é Pulsar que flore versos…

Tempoeta poetisa-a-poiesis, voa:
Demiurge a setessência da antítese
Sexegeta alquimista da mimese…

Taumaturgo da pa…lavra o verbo
Reverbera a magia da mensagem:
O poeta é um deus em Pessoa:
Borboletra que faz multiviagem
Constelarva infinitantra do sonho:
Nuniversa a sua própria imagem…
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Sinergia…
 

Haverá coincidência?
Desperte d(a) in cons ciência…
Situe-se no Uni Verso…

Ligue-se na acontessência
Des.controle a situação
Saiba o verso e reverso …

Proporção…necessidade
Disputa de energias
Controle de situações
Consciência do Ir… real

Saiba:
Sentir a Mãe-Natureza
Reviver a Infância
Conhecer o passado
Ligar-se no Cosmos…

Perceber o significado
Estar alerta e sonhar
Energizar-se na pureza …

Compartilhar a Energia
Evoluir na Sinergia
E nunca se viciar …

Desenvolver-se na Ética
Construir a própria Estética
Ser…Saber se Revelar…

Equilibrar-se na dança
Manter sempre a Esperança
No futuro se mirar…

Compreender o semelhante
Seguir firme…r.adiante
Trans.par e Ser…Siluminar…